quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Tutorial para inserir legenda em filme usando o "Subtitle Workshop"

Baixe o programa Subtitle Workshop na internet para o seu sistema operacional.

Instale e Execute o Programa.

Execute o 1º passo: Abra o menu "Vídeo" e clique em "Abrir", escolha o vídeo em seu computador.

Após o vídeo abrir execute o 2º passo: Abra o menu "Arquivo" e clique em "Nova Legenda".

Para inserir a legenda execute o 3º passo: Utilize o campo Texto do programa para inserir o texto da legenda.

Execute o 4º passo: Para controlar em que momento a legenda começa utilize o campo "Exibir" e para retirar a legenda utilize o campo "Ocultar", controlando em qual tempo do vídeo aparece e desaparece a legenda.

O campo duração é calculado automático quando utilizados os campos exibir e ocultar.

Para inserir a próxima legenda execute o 5º passo: Abra o menu "Editar" e clique em "Inserir Legenda", execute o 3º e 4º passo novamente. Repita até concluir.

Para salvar execute o 2º passo: Abra o menu "Arquivo" e clique em "Salvar". Escolha o tipo de arquivo SubRip (srt) para salvar.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Pesquisa e Animação


Conforme Lima (2011) a presidenta Dilma Roussef sancionou o PLC 116 (antigo PL 29) e o transformou na Lei n. 12.485 que “dispõe sobre a comunicação audiovisual de acesso condicionado”. Trata-se de uma lei complexa que, depois de longa tramitação no Congresso Nacional, iniciada ainda em 2007, havia sido aprovada no Senado Federal no dia 16 de agosto. Especialistas comprometidos com a democratização das comunicações têm elogiado a Lei e até mesmo afirmado que aqueles que não a celebram “ainda não entenderam as mudanças que ocorrem no mundo e vivem no passado”. Todavia, dúvidas importantes persistem, o debate continua necessário e algumas questões não podem ser ignoradas, inclusive a relação da Lei com o inadiável marco regulatório para as comunicações.

Para se compreender algumas questões polêmicas

1. Um dos objetivos da Lei 12.485 é unificar a legislação sobre a TV paga, independente da tecnologia utilizada. Até aqui existiam legislação e/ou regulamentos diferentes - e até mesmo conflitantes - para as diferentes modalidades, isto é, cabo ótico; satélite (Direct-to-Home ou DTH) e micro-ondas (Multipoint Microwave Distribution Services ou MMDS).

2. A nova Lei, libera completamente a participação do capital estrangeiro antes permitido para as operadoras por DTH e MMDS e apenas limitado no cabo (a 49%). A justificativa é estimular a competição e, segundo defensores da Lei, oferecer “novas opções de conteúdo audiovisual de qualidade e melhores serviços, por menores preços”.
Esse é o primeiro ponto polêmico. Brechas na regulação anterior já possibilitavam a presença do capital estrangeiro em proporções maiores do que a nominalmente permitida na TV a cabo. Além disso, como se trata de um setor estratégico, não deveria haver algum tipo de proteção ao capital nacional? Haverá incentivo real à competição permitindo-se a entrada no mercado das teles que são oligopólios globais? Pode-se falar em competição quando ela ocorre entre uns poucos oligopólios? Os preços dos serviços atualmente oferecidos por estes oligopólios (telefonia fixa e móvel) não estão entre os mais elevados do planeta?
3. Defensores da Lei destacam a distinção que ela estabelece entre os diferentes elos da “cadeia produtiva” da TV paga, vale dizer: produção, programação, empacotamento e distribuição. É a primeira vez que isso acontece no Brasil e, diz-se, o futuro aponta para a necessidade de se separar a regulação da distribuição daquela da produção de conteúdos audiovisuais. Alega-se, por exemplo, que na América do Norte, em alguns países da Europa e na nossa vizinha Argentina, a TV paga já supera a TV aberta. Esse é outro ponto polêmico.
A TV “consumida” por mais de 80% da população

Ainda segundo Lima (2011) os últimos dados disponibilizados pela Anatel indicam que, em agosto de 2011, a TV paga chegava a 11,6 milhões de domicílios, ou seja, a 38,3 milhões de brasileiros ou cerca de 20% do total da população. A densidade (assinantes por 100 domicílios) média dos serviços de TV Paga é de 19,4, mas treze estados estão abaixo dela e há unidades da federação, como o Piauí, onde a densidade é de apenas 4,3. Ademais, em cada 100 TVs pagas ligadas nos oito principais mercados brasileiros, mais de 60 sintonizam os canais de TV aberta na maior parte do tempo [agosto de 2011]. Não nos esqueçamos, todavia, que o mercado de TV paga não é nada desprezível. Em 2010, seu faturamento bruto atingiu R$ 1,011 bilhão. Isso representou cerca de 4% do total da verba destinada à publicidade no país (Projeto Inter-Meios). Supondo que a TV paga, de fato, seja o destino pré-determinado para a maioria da população brasileira, consideradas as imensas diferenças de renda ainda existentes no país, em quanto tempo teríamos aqui uma situação semelhante, por exemplo, à Argentina (cerca de 50% da população)? Não conheço (e não encontrei) as projeções da indústria, mas suponho que ainda vá demorar se é que vai acontecer.

Desenhos brasileiros exibidos na TV paga

Título: Carrapatos e Catapultas
Snopse: A primeira temporada de Carrapatos e Catapultas teve 13 episódios, direcionada para crianças de 8 a 12 anos, a série aposta num universo maluco e irreverente, meio real e meio absurdo. Através de um humor baseado na linguagem nonsense, a série tem por objetivo fazer os jovens se divertirem e pensarem sobre questões pertinentes ao seu dia-a-dia. A série Carrapatos e Catapultas apresenta instigantes aventuras dos carrapatos bicos de pato Bum, Bod, Bolão e Baixinho. Grandes amigos habitantes do Planeta Vaca. Nesse planeta, os carrapatos já nascem com pára-quedas, se locomovem através de catapultas, adoram sugar gororoba e pensam que engordando vão explodir para ir morar no mundo dos carrapatos fantasmas, considerado o paraíso para eles. Outros personagens fixos da série são: -Doutor Froide (médico maluco); -Bonaparte (chefe dos estagiários Bum, Bod e Bolão); -Pati (carrapata apaixonada por Bum, trabalha na Suganete); -Carrapato Severino (cantor e rimador, mora em uma pedra flutuante); -Raimundinho (toca triângulo é auxiliar de Severino); -Dona Dulcina (carrapata velha); -Carrapato Leonardo (é o inventor); -Splash (carrapato surfista); -Tic e Tac (carrapatos mafiosos gêmeos siameses, trabalham para Dom Corleone); -Dom Corleone (carrapato mafioso arqui-inimigo de Bonaparte); -Super hiper mega carrrapato (super herói dos carrapatos); -Pedráculos (arqui-inimigo-amigo do Super hiper mega carrapato.
Estúdio: Zoom Elefante
Diretor: Almir Correia
Canal de exibição: Cartoon Network Brasil

Título: As aventuras de Gui & Estopa
Snopse: A série narra as aventuras de Gui e Estopa, dois jovens cães antropomórficos e seus amigos a cadela Cróquete, o pitbull Piti, a menina Fifi e o rato Riba.
Estúdio: -
Canal de exibição: Cartoon Network Brasil

Título: Tromba Trem
Snopse: Gajah, um elefante indiano que perdeu a memória conhece Duda, uma tamanduá vegetariana. Eles encontram uma colônia cupim cuja Rainha acredita ser de outro planeta. Todos juntos viajam num trem a vapor pela América do Sul. A cada episódio conhecem um novo lugar e um novo personagem.
Estúdio: Copa Studio
Diretor: Brandão
Canal de exibição: Cartoon Network Brasil

Título: Escola pra Cachorro
Snopse: Os episódios mostram cinco cãezinhos que passam o dia em uma "creche" para animais, onde brincam, aprendem e fazem muitas amizades.
Estúdio: Lightstar Studios
Diretor: Marcelo Fernandes De Moura
Canal de exibição: Nickelodeon Brasil

Título: Julie e os Fantasmas
Snopse: O líder dos fantasmas. Daniel é egoísta, cético, cínico, esnobe, arrogante e materialista. Mas só na superfície porque, basicamente, é sensível, romântico e tem um grande coração. Sua paixão é um assumido sentimento pela música, porém Daniel também esconde um grande amor por Julie.
Estúdio: Mixer Produtora
Diretor: Rick Bonadio
Canal de exibição: Nickelodeon Brasil

Referências Bibliograficas

Lima, Venício A. Quem (de fato) ganha com a Lei 12.485?

Disponível em:
Acessado em: 06 de novembro de 2013.

Site Cartoon Network

Acessado em: 06 de novembro de 2013.

Site Nickelodeon

Disponível em: <http://mundonick.uol.com.br/>
Acessado em: 06 de novembro de 2013.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

O poder das redes sociais

        As redes sociais representam um poder de comunicação enorme. E tem sido uma maneira de consumidores causarem impactos em muitas empresas por meio de reclamações por motivo de insatisfação. Muitas dessas empresas ainda não tomaram conhecimento do poder das redes sociais.
Grandes marcas já utilizam das ferramentas que as redes sociais proporcionam para estreitarem seus laços com seus clientes e criarem uma forma de relacionamento onde podem coletar opiniões, informações e divulgar a marca, com interesse de aumentar suas vendas através da web e utilizando o poder que as redes possuem.
Esse poder que significa força, que é encontrada no relacionamento entre as pessoas e na facilidade de comunicação e velocidade que a internet proporciona ao se disseminar uma mensagem, com intenção de atingir as pessoas que possuem os mesmos ideais e pensamentos a participarem juntas para conseguir o que querem.
Atualmente as grandes manifestações no Brasil são exemplos de força, do poder que as redes sociais possuem, onde as tecnologias atuais proporcionam de maneira rápida e fácil a reunião de milhares de pessoas em um mesmo lugar para lutarem por um objetivo em comum e utilizando as redes para realizarem a comunicação dos acontecimentos em tempo real.
       Em todas as suas formas de utilização, as redes sociais são pouco exploradas para se conseguir algo que beneficie de uma maneira geral a população de um país com interesse em se resolver os problemas da sociedade. As redes sociais permitem a ajudar a organizar e dar publicidade a propostas que podem realmente gerar valor as pessoas.
As redes sociais tem o poder de unir as pessoas, permitir que elas discutam suas ideias livremente sobre assuntos diversos como sociais, políticos e econômicos, onde é possível expor opiniões e ideais para diversas pessoas e compartilharem as informações capazes de impactar a sociedade.
No Brasil, há aproximadamente 90 milhões de pessoas conectadas, mais da metade do povo das metrópoles está na rede. Num país com menos de 200 milhões de pessoas, contabiliza-se mais de 230 milhões de linhas de telefones móveis. O povo todo está conectado. O sociólogo Manuel Castells, diz no seu livro "Comunicação e Poder" que, com a chegada do digital "emerge uma nova forma de comunicação interativa, caracterizada pela possibilidade de enviar mensagens de "muitos para muitos", em tempo real". E complementa: estamos passando da "comunicação de massa" para a "autocomunicação de massa", ou seja, as pessoas não precisam mendigar dos jornalistas de plantão as notícias que rolam no mundo. Basta um celular conectado em rede pra publicar, em tempo real, o que está acontecendo em qualquer lugar do mundo.